Governança de dados além do compliance: como transformar dados em ativo estratégico?

Durante muito tempo, a governança de dados foi tratada como sinônimo de compliance. Um conjunto de regras para atender à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), evitar multas e reduzir riscos jurídicos.

Hoje, a realidade demonstra que essa visão é insuficiente. Isso porque, na prática, empresas maduras usam a governança de dados para melhorar processos, reduzir perdas e ganhar vantagem competitiva real.

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Um estudo recente do relatório Cost of a Data Breach, da IBM (International Business Machines Corporation), mostra que organizações com governança de dados bem estruturada reduzem em até 32% os custos relacionados a incidentes de segurança e falhas de conformidade. Desse modo, o impacto não é apenas regulatório: é financeiro e operacional.

Onde a governança de dados atua no dia a dia?

Na prática, a governança de dados começa quando a empresa responde perguntas simples, contudo, ao mesmo tempo críticas e decisivas:

  • Os dados usados para decisões são confiáveis?
  • Existe uma única fonte da verdade ou áreas trabalham com números diferentes?
  • Quem é responsável pelos dados em cada processo?
  • Informações sensíveis estão protegidas de acessos indevidos?

Responder a essas perguntas transforma a maneira de como os processos funcionam.

Como a governança transforma processos?

As empresas que aplicam a governança de dados de forma eficiente e prática conseguem:

  • Reduzir retrabalho ao eliminar inconsistências entre sistemas
  • Acelerar decisões com dados padronizados e atualizados
  • Diminuir riscos operacionais ao controlar acessos e rastrear uso de informações
  • Aumentar eficiência com automação baseada em dados confiáveis

Esses benefícios desmistificam a ideia de que governança é criar burocracia. Na verdade, trata-se de dar previsibilidade e segurança para operar melhor.

Governança aplicada à geração de valor

Quando os dados são devidamente governados, deixam de ser apenas registros históricos e passam a sustentar decisões estratégicas. Isso permite, por exemplo:

1) Identificar gargalos operacionais com base em dados reais

2) Criar indicadores confiáveis para acompanhamento de metas

3) Suportar iniciativas de analytics e inteligência artificial

4) Aumentar a confiança em relatórios para diretoria e Conselho

Tecnologia e método fazem a diferença

Na prática, plataformas isoladas não resolvem. A governança de dados só funciona quando tecnologia, processos e pessoas caminham juntos. É necessário integrar dados, definir responsáveis claros e acompanhar indicadores de qualidade e uso das informações.

A Digisystem, empresa com mais de 35 anos de expertise no mercado brasileiro e internacional, trabalha a governança de dados com abordagem prática, orientada a resultados e alinhada à estratégia do negócio.

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